Por Renzo Brickmann

O público brasileiro está assustado com o uso político que o ex-presidente Lula tem feito da morte de sua esposa Marisa Letícia.

Josias de Souza comentou que Lula discursou como viúvo de comício: “Um dia Lula talvez tenha ‘a humildade de pedir desculpas a essa mulher’ por ter permitido que a assinatura dela fosse empurrada para dentro de papéis tóxicos. Nesse dia, o morubixaba do PT perceberá que o papel de viúvo de comício não combina com a imagem de marido zeloso. Marisa Letícia não merecia que, no seu velório,  a virtude fosse transformada apenas num trissílabo como, digamos, eleitoral.”

No Facebook, o especialista em redes Augusto de Franco afirmou: “Só um psicopata teria coragem de fazer o que Lula fez hoje. Instrumentalizar a morte da própria mulher para a luta política. É pavoroso.”

Em um post do jornalista Augusto Nunes, de novembro de 2015, já víamos o parecer do doutro Ednei Freitas, que fez o seguinte diagnóstico da personalidade de Lula:

Embora não seja uma prática usual um psiquiatra apresentar uma prática diagnóstica de um sujeito que não examinou pessoalmente nem a ele pediu exame, vou apresentar aqui o que penso ser a personalidade de Lula por se tratar de figura pública e que tem afetado os brasileiros por suas vigarices.

A antiga denominação do que tem o ex-presidente era Personalidade Psicopática. A classificação diagnóstica mudou. Hoje, na ONU, a CID-10 é chamado de Transtorno da Personalidade Anti-Social. A Associação Psiquiátrica Americana qualifica a DSM-IV-TR de Transtorno da Personalidade Dissocial.

O quadro clínico para esse tipo de psicopata é assim descrito:

“Os pacientes podem mostrar-se altivos e dignos de credibilidade ao entrevistador. Entretanto, sob a aparência (máscara de sanidade) existe tensão, hostilidade, irritabilidade e cólera. Entrevistas provocadoras de estresse, nas quais os pacientes são vigorosamente confrontados com inconsistências em suas histórias, podem ser necessárias para a revelação da patologia. Até mesmo os profissionais mais experientes já foram enganados por tais pacientes”.

Uma investigação diagnóstica completa deve incluir um exame neurológico minucioso, uma vez que esses pacientes costumam exibir eletroencefalogramas anormais e leves sinais neurológicos sugestivos de um dano cerebral mínimo na infância.

Os portadores da disfunção frequentemente apresentam um exterior normal e até mesmo agradável e cativante. Suas histórias, entretanto, revelam muitas áreas de funcionamento vital desordenado. Mentiras, faltas à escola, fugas de casa, furtos, brigas, promiscuidade com amantes e atividades ilegais são experiências típicas que, conforme relatos dos pacientes, começaram durante a infância. As personalidades anti-sociais frequentemente impressionam o clínico do sexo oposto com suas características exuberantes e sedutoras, mas os clínicos do mesmo sexo podem considerá-las manipuladoras e exigentes.

Os indivíduos com personalidade anti-social demonstram uma ausência de ansiedade ou depressão, o que pode aparecer incongruente com suas situações, e suas próprias explicações do comportamento anti-social fazem-no parecer algo impensado. Ameaças de suicídio e preocupações somáticas podem ser comuns. Ainda assim, o conteúdo mental do paciente revela uma completa ausência de delírios e outros sinais de comportamento irracional. De fato, eles frequentemente demonstram um senso de teste de realidade aumentado e impressionam os observadores por terem uma boa inteligência verbal.

Os pacientes com personalidade anti-social são altamente representados pelos chamados “vigaristas”. São exímios manipuladores e frequentemente capazes de convencer outros indivíduos a participar de esquemas que envolvam modos fáceis de obter dinheiro ou de adquirir fama e notoriedade, o que eventualmente pode levar os incautos à ruína financeira, embaraço social ou ambos.

Não falam a verdade e não se pode confiar neles para levar adiante qualquer projeto, ou aderir a qualquer padrão convencional de moralidade. Promiscuidade, abuso do cônjuge, abuso infantil e condução de veículos sob os efeitos do álcool são eventos comuns. Há ausência de remorso por tais ações, ou seja, tais pacientes parecem desprovidos de consciência.

As perspectivas de tratamento são sombrias. Os portadores desse transtorno são praticamente intratáveis. E a ressocialização penitenciária, quando presos, é nula.

Veja outra análise de Gilberto Simões Pires, de 16 de setembro de 2016:

REAÇÃO DIAGNOSTICADA
A reação mostrada por Lula, um dia após ter sido denunciado pelo MPF como COMANDANTE MÁXIMO DO ESQUEMA DA LAVA-JATO, foi a prova que faltava para atestar que o ex-presidente sofre de distúrbios mentais graves. Lula é, definitivamente, um PSICOPATA.
MENTE SEM RUBORIZAR
Quem assistiu a reação de Lula pela TV teve, certamente, dupla percepção: combinou o áudio com a imagem de alguém que perdeu completamente não só a consciência como a compostura. Lula, sem ruborizar, mente descaradamente. Com absoluta convicção diz, e repete a todo momento, que é o ser mais honesto que habita o nosso planeta. Pode?
PSICOPATIA
Com a pretensão de melhor entender o comportamento do ex-presidente, que se agrava de forma gritante dia após dia, esbarrei com o texto do psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, sobre a PSICOPATIA.
CONJUNTO DE COMPORTAMENTO
Eis o que diz o psiquiatra Hervey: – A PSICOPATIA consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, os PSICOPATAS geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.
EGOCÊNTRICOS, DESONESTOS E INDIGNOS DE CONFIANÇA
Os PSICOPATAS, segue Cleckley, costumam ser EGOCÊNTRICOS, DESONESTOS E INDIGNOS DE CONFIANÇA. Mais: com frequência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio.
Os psicopatas não sentem culpa. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.
ENQUADRAMENTO PERFEITO
A rigor, Lula se enquadra perfeitamente no perfil definido como portador da séria doença. Ainda mais se for levado em conta que muitos PSICOPATAS, por mostrarem enorme capacidade para manipular pessoas, muitas vezes ocupam cargos relevantes onde exercem poder.
PRISÃO
Detalhe: o psicopata não é um sociopata. Dizem os estudos que os PSICOPATAS nascem com características como impulsividade e ausência de medo, o que faz com que busquem condutas de riscos e perigos, terminando muitas vezes em atitudes antissociais, uma vez que são incapazes de se estabelecerem corretamente nas normas sociais. Já o sociopata, apresenta um temperamento um pouco mais “normal” que os psicopatas.
No caso de Lula estou convencido de que a sua grave doença deve ser tratada num ambiente propício: A PRISÃO

Os melhores autores sobre o assunto são Robert Hare (“Sem Consciência”) e Martha Strout (“Meu Vizinho é um Psicopata”). Em resumo, os autores lembram que os psicopatas:

  • são mentirosos compulsivos
  • possuem alta aptidão para engabelar os outros com truques
  • não possuem qualquer sentimento de culpa
  • não manifestam empatia
  • não possuem emoções genuínas

Este último aspecto é reforçado pelo comportamento de Lula, que não se sentiu tolhido nem mesmo pelo falecimento da esposa, situação que deveria deixá-lo deprimido e indisposto para fazer a politização do velório. Mas todos os aspectos foram demonstrado tanto no comício feito no velório quanto em sua atitude de até se dispor a fazer tal tipo de afronta à memória de sua mulher naquele momento.

Fonte: Análise de especialistas demonstra: comportamento de Lula coincide com o dos psicopatas

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