O governo do PT durante os 13 anos que estava no comando do Brasil implantou no país o maior esquema de corrupção mundial, nunca antes visto, denominado pelo MPF como uma Propinocracia, uma forma de governar através de compra de apoios nos diversos órgãos do estado, legislativo, judiciário e com a ajuda dos ricos empresários para assaltar o estado e para pagar os políticos comprados tanto da base aliada como de outras correntes partidárias, além de grupos liderados por extremistas pelegos que apoiaram o governo golpista do PT em troca de recebimento de verbas públicas.

A maioria da composição dos governos golpistas de Lula e Dilma foram preenchidas por líderes sindicais, que agora estão perdendo suas boquinhas no governo devido a mudança de postura do atual governo frente a corrupção e da redução dos cargos comissionados que chegaram a estratosfera nos governos petistas.

Como não poderia deixar de ser, esses líderes estão furiosos por causa da perda de suas mamatas, queriam continuar com a farra do dinheiro público e manter seus cargos de cabide no governo.

Sempre se apropriaram dos trabalhadores como se seus defensores fossem, até que ao assumirem o governo por 13 anos, destruíram as economias dos trabalhadores e ainda deixaram mais de 12 milhões de desempregados, além do aumento da pobreza, da miséria, da marginalização de milhares de pessoas que ficaram sem atendimento dos serviços básicos como saúde, educação e segurança, que vitimam milhares de pessoas todos os anos.

O mais cruel dos governos modernos que o Brasil já teve, queria implantar um projeto de poder totalitário no Brasil através da compra de apoios políticos, corrompendo todas as instituições. Tentaram de várias formas censurar a mídia, acabar com as polícias estaduais criando uma força nacional sob o comando central, fechar o congresso legislativo implantando um sistema no mesmo estilo do bolchevismo, com seus conselhos populares não eleitos.

O fascismo foi um movimento popular, coletivo, autoritário, centralizador, nacionalista, socialista, violento, intimidador, corrupto, censurador, totalitário, grevista, que se utilizou das ruas para promover seus atos violentos e com a crueldade idêntica do terrorismo.

A demonstração de ódio, da divisão de classes, é a forma de levantar as massas para a luta e fervilhar seus ânimos para conseguirem o que querem na base da violência. Formam um exército usando os trabalhadores, ludibriando-os com a promessa de um mundo melhor e sem classes, mas que somente os deixam na miséria após seus líderes conseguirem o poder e obterem as regalias para atender seus caprichos, assim como ocorreu nos últimos 13 anos do petismo.

Atos violentos nas ruas, depredação do patrimônio alheio, fechamento das ruas com barricadas atrapalhando a vida dos que trabalham e lutam dia a dia para o sustento de suas famílias, queima de ônibus impossibilitando o único meio de deslocamento dos pobres trabalhadores, confrontos violentos com a polícia, são métodos usados para gerar o caos e passar a mensagem para a sociedade que estão lutando contra os “poderosos”, mas que são eles próprios os poderosos, pois estão abarrotados de dinheiro público e dos impostos sindicais arrancados dos trabalhadores. Contratam milicianos, black blocs, pagam baderneiros para instalar o caos na vida da sociedade, como fazem os grupos paramilitares.

O fascismo na sua pior fase, matou, escravizou,  aterrorizou a vida de milhares de pessoas durante o século XX.  O teórico francês do sindicalismo revolucionário, Georges Sorel, foi quem inspirou Mussolini na sua luta ao poder e, este inspirou tantos outros líderes pelo mundo. No inicio do século XX, governos como de Wilson, Hover e Roosevelt nos EUA, de Mussolini na Itália, de Hitler na Alemanha, de Lênin e Stalin na URSS, de Fidel em Cuba, de Getúlio Vargas no Brasil e outros tantos, usaram as mesmas táticas fascistas quando assumiram o poder.

Todos esses governantes tiveram apoio popular devido as suas promessas e narrativas de um mundo melhor, justo, igualitário e sem classes. Mas ao iniciarem suas lutas, fizeram as maiores atrocidades contra a humanidade dentro de seus próprios países.

Jonah Goldberg, em seu livro “Fascismo de Esquerda” (2007) diz:

“A consagração da unidade como o mais alto valor social é um princípio essencial do fascismo e de todas as ideologias esquerdistas. Mussolini adotou o feixe de varas, ou fasces, como símbolo socialista para mostrar que seu movimento valorizava a unidade acima do debate e da discussão,.. Aquele grito ritmado e rimado que hoje ouvimos em marchas de protesto – O povo unido jamais será vencido! – é um perfeito refrão fascista. Calvin Coolidge gostava de dizer, “Um, com a lei do seu lado, é uma minoria”. Tendemos a esquecer que a unidade é, no máximo, moralmente neutra e, com frequência, uma fonte de irracionalidade e pensamento grupal. Multidões enfurecidas têm unidade. A máfia é unificada. Bárbaros saqueadores inclinados a estupros e pilhagens são unificados. Enquanto isso, pessoas civilizadas têm desacordos. O liberalismo clássico baseia-se nessa compreensão fundamental, razão pela qual o fascismo sempre foi antiliberal. O liberalismo rejeitava a ideia de que a unidade fosse mais valiosa que a individualidade. Para fascistas e outros esquerdistas, o sentido e a autenticidade encontram-se em empreendimentos coletivos – de classe, nação ou raça -, e o Estado está aí para cuidar que todas as pessoas sigam essa ideia, sem os estorvos do debate.

É fácil perceber que os ditos movimentos populares apoiados por sindicatos, em sua maioria liderados por extremistas que desejam mais poder, utilizam as multidões para seu beneficio e em nada contribuem para a melhoria da vida dessas pessoas. Somente querem usar o poder do Estado para suprir seus caprichos, recebendo verbas estatais e enriquecer sem precisar trabalhar.

Esses são os legítimos pelegos apoiadores de governos totalitários que ao assumirem o poder do Estado começam a dilapidação da sociedade e da democracia, para implantarem uma ditadura do proletariado, de extrema-esquerda, como o nacional-socialismo – Nazismo, Comunismo e o Fascismo.

 

 

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