Na guerra política vence quem está no ataque. A esquerda e a maioria da mídia esquerdista, (sim, aquela que se droga com o dinheiro estatal), estão tendo algumas vitórias políticas como o caso recente em que o Deputado Jair Messias Bolsonaro se transformou em réu no STF. Essa foi a cereja do bolo para toda a extrema-esquerda.

Bolsonaro não é exemplo de liberdade pra ninguém, durante a votação da admissibilidade do processo de impeachment contra a tirana Dilma, fez elogios ao torturador Coronel Ustra. Maria do Rosário também não é exemplo de liberdade, pois defende um estado gigante, o bolivarianismo ou socialismo do Século XXI, igual ao que o falecido Hugo Chaves e seu fiel escudeiro Maduro implantaram na Venezuela e que está matando de fome seu povo. Mas se Bolsonaro tivesse mais expertise, o desfecho seria diferente. Lembremos:

Em novembro de 2003, Roberto Aparecido Alves Cardoso (Champinha), 16, sequestrou, estuprou e matou Liana Friedenbach, 16, e seu namorado Felipe Caffé, 19, com mais três comparsas. A Veja fez uma reportagem em 2013, onde constata-se: “Champinha é irrecuperável, seu quadro é de altíssima probabilidade de reincidência criminal”, “Por ter cometido o crime aos 16 anos, Champinha não pode ir a julgamento e nem ser mandado para um presídio, segundo o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).”

Maria do Rosário defendeu os menores estupradores, torturados, assassinos, dizendo que menor não tem responsabilidade pelo que faz, “é apenas uma criança” (sic). Bolsonaro defendia a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Maria do Rosário acusou Bolsonaro de estuprador (sem provas). Bolsonaro ironizou e disse que não a estupraria, pois ela não merece ser estuprada, que gentleman (sic). Maria do Rosário então aproveitou a deixa, capitalizou politicamente, entrou com processo contra um “estuprador em potencial” por “apologia ao estupro”. Ele deveria tê-la processado por injúria já que defende que ninguém merece ser estuprado e desmascarado ela por defender um estuprador e por não ter empatia pelas vítimas assim como o criminoso, coisa de psicopata.

Enquanto os criminosos estão a solta colocando em risco a vida de mais pessoas, tendo a lei do seu lado, como vemos no ECA, aqueles que tem o discernimento, conhecimento e a competência para julgar, estão ao lado da extrema-esquerda, inventam crimes sem vítimas para perseguir politicamente e deixam os verdadeiros criminosos a solto, pois, suas vítimas sequer podem reclamar, já estão mortas.

O PT incluiu no seu “Caderno de Teses” em 2015, a cassação do Deputado Jair Messias Bolsonaro, se o STF der uma ajudinha terão conseguido uma vitória, já que seu projeto político de poder teve um revés, graças ao maior traidor do PT, Eduardo Cunha. Essa perseguição política vem justo daqueles que diziam querer liberdade de expressão durante a ditadura militar, mas queriam mesmo era uma ditadura nos moldes da Coreia do Norte, Cuba, China, entre outras.

Nossa liberdade depende da defesa da liberdade de expressão, a mídia cai como um patinho no jogo esquerdista, com a invenção de crimes inexistentes como crimes cometidos por fantasmas. A vitimização é uma ferramenta que a extrema-esquerda utiliza com muita maestria no jogo político. Enquanto as pessoas de direita e que defendem a liberdade não sabem lidar com essa farsa, continuarão a se indignar e a tomar de lavada dos esquerdistas, como ocorreu com o Brasil que tomou de 7 x 1 da Alemanha.

Publicação original na coluna Visão Política da Gazeta Informativa impressa de 30/06/2016.

link: http://www.gazetainformativa.com.br/

Anúncios