No jogo político, a verdade sempre é distorcida e relativizada por aqueles que só tem interesse em manter-se no poder. Devemos cobrar dos políticos, aqueles com perfil que se espelha em nós, na busca da verdade, mesmo que vá contra o senso comum do “Politicamente Correto”. Na semana anterior comentei da usurpação das mulheres por grupos feministas, que as utilizam para obtenção de privilégios e mais recursos do Estado, com narrativas para implantação de suas demandas que passam longe de defender as mulheres que são vítimas de violência e estupro. Também ocorrem o mesmo com grupos LGBT. Sempre que algum grupo ou classe está em defesa de uma causa, seus líderes estão em busca de privilégios para serem tratados com mais direitos do que o restante da população.

A esquerda tem sido muito bem sucedida na política justamente devido ao belo discurso em prol de grupos de minorias, que soa lindo com um canto maravilhoso, mas que traz mais problemas como, a violência, a segregação da sociedade e causa mais daquilo que se propõe a eliminar. O termo “Politicamente Correto” é normalmente utilizado para calar opositores e aqueles que discordam com argumentação lógica e que desmascaram as armadilhas escondidas em demandas conflituosas. Tudo não passa de um jogo com engodos apenas para fisgar votos de pessoas desinteressadas da política, que estão sendo penalizadas com o fardo de um Estado cada vez maior e com menos liberdade.

Voltando ao caso dos LGBT, a esquerda se diz defensora desses, mas acaba atraindo mais violência para esses indivíduos. Enquanto liberais e direitistas defendem que pessoas devem ter o direito de autodefesa, a esquerda defende que é o Estado quem deve defende-los, inchando cada vez mais o Estado, e ao invés de protegê-los, os casos de violência só aumentam. A esquerda abraça tantas causas conforme sua conveniência política, para obtenção de votos sempre testando novas demandas e em busca de moldar o senso comum. Na passeata gay em São Paulo em 2015, usaram os homossexuais em um desfile imitando Cristo crucificado com um beijo gay, assim buscam uma demanda em relação a lei a favor do casamento homossexual. Ao mesmo tempo buscam atender demandas da religião islâmica para angariar votos desses e aumentar o tamanho do Estado na “defesa” das minorias, obrigando o restante da população a ser subserviente a sua cultura, através de leis que os privilegiam. Para a religião islâmica, “gay” são imorais, assim os radicais islâmicos tem carta branca para assassinarem gays, os amarrando e os jogando de cima de prédios de ponta cabeça, mostrando a população o que acontece com quem não segue as escrituras.

Os EUA vem sofrendo vários golpes com as políticas esquerdistas. Um novo atentado terrorista ocorrido nesta semana em uma boate foi justamente contra indivíduos LGBT. O Estado Islâmico assumiu o atentado, como sendo feito por membros de seu grupo. O governo de Barack Obama (Democrata), teme ofender os muçulmanos dizendo que é um atentado que tem por base atender demandas de radicais islâmicos, então, dissimuladamente culpa as armas como se elas fossem as culpadas e esconde a verdade. Adeptos a barbárie são elevados a vítimas em um mundo aonde o mal é o ocidente, portanto, todos os restantes são bons. Esse mundo defendido pela extrema esquerda somente para obtenção de poder, dividem nós e eles, opressores e oprimidos, classes de trabalhador e empresário e a soma zero da economia.

Ao mesmo tempo que posam de defensores dos LGBT, acabam trazendo mais violência contra esses, com uma frieza que faz os filmes de Hitchcock serem mornos, é uma psicopatia assombrosa. Suas demandas são sempre conflituosas e isso tem causado muitas mortes, sempre relativizando a realidade em prol do “politicamente correto”.

Publicação original na coluna Visão Política da Gazeta Informativa impressa de 16/06/2016.

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