Após assistirmos durante a votação do impeachment na Câmara de Deputados as dedicatórias de parlamentares a familiares, amigos, ao futuro da nação e entre outras, algumas aberrações como dedicatórias ao suposto torturador Ustra, dedicatórias a terroristas e guerrilheiros comunistas, vemos o deplorável ou até pior ocorrer também no Senado.

Senadores a favor do impeachment não fizeram como os Deputados, dedicatórias a família, mas os Senadores defensores do governo Dilma, defenderam até regimes dos mais cruéis que o mundo já viu.

Lindbergh Farias (PT-RJ) enalteceu Getúlio Vargas, ditador fascista que implantou o Estado Novo (1937 – 1945), causador de milhares de mortos e também época que surgiu a CLT (1° de maio de 1943), cópia da “Carta del Lavoro” de Mussuloni, ditador que criou o regime fascista na Itália. Uma época no mundo protagonizada pela implantação de governos socialistas e estatistas. O Estado-babá, denominação criada por Otto von Bismarck, general responsável pela unificação da Alemanha que talvez influenciou Hitler, que defendia um Estado-babá, sob controle de sindicatos subservientes ao Estado para controlar a economia, a propriedade privada e a vida dos cidadãos.

Roberto Requião (PMDB-PR) defendeu Dilma no poder, demonstrou com muita transparência aquilo que todo ditador busca, manter uma população adestrada e subserviente aos desejos e caprichos de quem está no poder e não quer largar, defendendo a economia Nazista da Alemanha. Lembrando que a palavra “Nazi” era uma abreviatura de “der Nationalsozialistische Deutsche Arbeiters Partei” – Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.

Quando o Führer (Hitler) subiu ao poder com um discurso que todos grandes populistas fazem, mentir para a população, e implantando medidas de maior controle sobre a economia e a vida das pessoas, sempre culpando algum bode expiatório pelos problemas, como os judeus, dos fracassos na economia implantado pelo próprio governo. Nas ditaduras modernas em implantação, os bodes expiatórios são os ditos “burgueses”, nada diferente do método utilizado pelos Nazistas.

Uma parte de seu discurso Requião diz: “Não há a menor sombra de dúvida que se contrapõem, duma forma programática, filosófica e decisiva as políticas anti-cíclicas que surgem a partir do Keynes, e que tiveram início na verdade com Hjalmar Schacht, na República do Weimar, e depois mesmo na Alemanha de Hitler, resolvendo por exemplo o problema inflacionário numa semana.”

Ao defender as políticas anti-cíclicas na economia como as elaboradas por Keynes ou adotadas por Hitler, como as que vem sendo feitas no Brasil, somente aumentam a destruição da economia. Ludwig von Mises em seu livro Ação Humana, já desmistificou o keynesianismo e o socialismo, mas até hoje são usadas como modelos na implantação de ditaduras totalitárias. Mas assim como a vontade de Requião e de seus vários colegas seguidores dessas ideologias é tomar de vez o poder, nada como defender a economia Nazista com os mesmos métodos “econômicos” de Hitler.

Lindbergh e Requião não passam de propagandistas do (ex) Governo, assim como foi o Ministro da Propaganda Nazista, Joseph Goebbels. Com a prisão de João Santana na República de Curitiba, o principal elaborador de propagandas para ditadores modernos, os (ex) governistas estão sem uma melhor assessoria nesse quesito e se perdendo em seus discursos. Isso é bom para a sociedade brasileira e para alguns países latinos e africanos que estão buscando se ver livres dessas ditaduras e das bravatas socialistas.

Publicação original na coluna Visão Política da Gazeta Informativa impressa de 19/05/2016.

link: http://www.gazetainformativa.com.br/

Anúncios