A semana que passou foi no estilo Copa do Mundo, onde a maioria dos brasileiros vestiu a camisa amarelinha e saiu as ruas com os amigos e familiares para torcer pela classificação para a final. O impeachment foi votado na Câmara dos Deputados e aceito sua admissibilidade, ainda que não tenha acabado, o rito do impeachment segue conforme o STF havia determinado e a final será no Senado, a população aguarda ansiosa o julgamento para decretar de uma vez o fim de uma tirania. Enquanto milhões de brasileiros ficaram desempregados, milhares de pessoas que não tiveram seus rendimentos afetados defendem o governo, os beneficiados com a farra do dinheiro público distribuído às várias organizações que pagam suas milícias em troca de apoio a um governo que destrói a vida e a economia de muitas famílias. Enquanto milhares de empresas se obrigam a fechar suas portas por não terem mais como se sustentar com o esfacelamento da economia, a alta carga tributária, o grande aparato estatal que oprime empreendedores, vemos várias pessoas em cargos comissionados pendurados no cabide de emprego do governo sendo sustentados com o suor do trabalho e do esforço alheio.
O Brasil não merece ser dilapidado, visto somente como o país do futuro, sob o comando de políticas de extrema-esquerda que avançam no bolso dos cidadãos, com o sonho de viver uma utopia, mantendo um Estado gigante e ineficiente, onde alguns vampiros sugam o sangue da população. O Brasil merece ser o país do presente, da realidade, da eficiência, da justiça, da colaboração mútua entre seus cidadãos para o crescimento econômico e o desenvolvimento da nação.
Durante os treinos que antecederam a votação, ouvimos nos depoimentos dos deputados contra o impeachment muitos clichês como “impeachment sem crime é golpe”, mas é crime descumprir a Constituição e gastar além do teto orçamentário com a intenção propositada de destruir a economia e desviar verbas para compra de apoios e enriquecimento. Esse sim é o golpe que o governo deu no Brasil assaltando os cofres públicos. Outro clichê era “pelos pobres”, mas um governo que determina qual é o limite mínimo de renda para se definir quem é pobre e emite moeda e empréstimos subsidiados no Brasil e exterior, gerando inflação e diminuindo o poder de compra dos assalariados, deixando sim todos mais pobres, realmente não está defendendo a pobreza mas sim aumentando-a e jogando todos nela, esse é seu objetivo de igualdade, onde todos são iguais só que na miséria, exceto aqueles que orbitam o poder.
A última etapa do Campeonato do Impeachment, será no Senado, a torcida a favor do impeachment é do Brasil, já a torcida contra o impeachment são somente alguns que orbitam o governo e outros torcedores importados da Venezuela, Cuba e da Bolívia, sustentados obviamente com dinheiro público. A torcida do Brasil está aguardando que o óbvio aconteça, o impeachment de uma Presidente que mentiu para a população menos favorecida com a promessa de benesses e dinheiro fácil, dinheiro que é arrancado dela própria e desviado para os bolsos dos corruptos e para o projeto de poder do partido. Este, apoiador de ditadores pelo mundo e que quer transformar o Brasil em um sistema tirânico. A torcida pelo Brasil é grande e a esperança de vitória com o impeachment também. Se o impeachment vencer, será o momento de passar o Brasil a limpo e prosseguir eliminando do jogo as peças podres que fazem tão mal a democracia. Diremos muitos “Tchau, querida”.

Publicação original na coluna Visão Política da Gazeta Informativa impressa de 21/04/2016.

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